quarta-feira, 18 de julho de 2018

HÁBITOS ANTIGOS QUE VOLTAM A SER NOVOS HÁBITOS

Já vos confessei varias vezes que uma das coisas que sentia mais falta desde que fui mãe (e até antes) é de ter tempo para mim. Precisava de tempo para fazer exercício, para pintar as unhas e coisas do género, para ler... foi até um dos meus objetivos pessoais para 2018, cuidar mais de mim.

E é o que tenho feito, à parte das unhas que realmente tem sido difícil pinta-las. 😊 Tenho conseguido ler coisas muito interessantes e inspiradoras, tenho conseguido descansar, e muito importante, tenho praticado yoga e meditação. E aqui reside a grande questão. Era o que me faltava. Era esta pratica, mesmo que pequena, de yoga, esta meditação em movimento, a meditação à noite, a atenção ao momento sem pensar no futuro ou no passado. Era disto que estava a precisar!

Há algum tempo que me sinto diferente. Menos paciente, menos concentrada,  sempre ansiosa, com medo do futuro. Mas essa não sou eu e isso estava a dar cabo de mim. Ao voltar ao yoga e à meditação regulares, consegui, ou estou a conseguir, manter-me mais calma e focada. Não é só o fisico que interessa, o nosso Eu é um todo, e nós temos de dar atenção ao todo.

Dois livros que tenho estado a ler (não consigo ler muito de cada vez) é o Vive a tua luz de Inês Pimentel e o Yoga girl de Rachel Brathen (comprei este com 50% de desconto na feira do livro do continente). São ambos muito interessantes, com pontos em comum e que me têm inspirado a cuidar de mim a vários níveis, a ter mais atenção a alguns pormenores que me estavam a escapar e também a procurar mais informação sobre alguns temas de que gosto, mas que estavam um pouco esquecidos.

Tanto a Inês como o Rachel têm canais no youtube (o da Rachel está parado há algum tempo, deve ser mais fácil encontrar informação atualizada no Instagram).

A par disso, a pratica de yoga tem sido muito importante, e faço pouco, mas com atenção plena, tal como a meditação.


Há muito que medito sozinha e é-me fácil sentar e começar a meditar, respirar com atenção, concentrar-me, relaxar, etc. Mas agora senti vontade de ser "comandada" por alguém. Tenho adorado meditar com a Maggie Oliveira, ou Miss Yogini (nome do seu canal no youtube). Tenho feito as seguintes meditações:




São minutos valiosos!

E com isto vão surgindo as mudanças, pequeninas, com passinhos de bebé, mas com uma estrutura sólida. Surgem mudanças em mim e na minha vida. Aos poucos vou regressando a velhos hábitos, que cada vez mais, vejo que me fazem falta, muita falta!
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sexta-feira, 29 de junho de 2018

FÉRIAS, FÉRIAS, FÉRIAS

E estamos quase a ir de férias, finalmente.

Este é o primeiro ano que vamos de férias com o Gonçalo. No ano passado ele era muito pequenino e, para além da pediatra desaconselhar fazermos praia com ele, tudo o que envolvesse estar um pouco mais distante de casa, desestabilizava-me.

Portanto, para além das saudades que tenho de praia, estou desejosa de ver o meu príncipe a brincar na areia e a "dar mergulhos".

Estou a preparar tudo o que temos de levar desde o início da semana. Com um bebé os itens a levar são muitos e para não correr o risco de me esquecer de algo importante, preferi organizar-me com tempo.

Como sempre fiz uma lista, desta vez um pouco mais extensa, e fui comprando o que faltava, lavando o que estava guardado e pondo logo de parte para as férias.

Vamos para o local habitual, é o nosso refúgio, por isso já sabemos com o que contar quando chegarmos. Teremos de abastecer a despensa e o frigorífico e aqui é que reside a minha maior preocupação. As refeições. Regra geral, quando estamos de férias, descontraimos um pouco e não nos importamos de fazer umas refeições menos saudáveis. Agora com o bebé não podemos vacilar. Teremos de ter sempre as refeições bem organizadas para ele.

Nunca lhe dei refeições prontas, como aquelas sopas de boião, mas hoje comprei um desses boiões para que, caso tenhamos algum atraso ou imprevisto, tenha qualquer coisa para ele quando chegarmos ao destino. Comprei também fruta em polpa... Não é mesmo o meu género, gosto que coma coisinhas frescas, mas entre não ter uma refeição e ter uma assim, talvez seja melhor ter uma assim. E também é só no caso de ser mesmo necessário e, a ser, será uma vez sem exemplo.

De resto, desde que haja muita frutinha, que ele adora, carne, peixe, legumes, o seu leitinho, iogurtes e uma papa de vez em quando, acho que teremos tudo controlado.

Nos próximos posts, falarei mais de férias, querem?
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sábado, 23 de junho de 2018

É A MATERNIDADE SOLITÁRIA?

Já tive vários momentos, nestes meus pequeninos 14 meses de maternidade, em que me senti só.

Logo na primeira noite do Gonçalo, na maternidade, ele bolsou várias vezes "coisas" escuras. Chamei duas vezes a enfermeira e só aparecia uma empregada, que me dizia: " isso é normal, é do parto..."- Na terceira vez que chamei, voltou a mesma empregada com a mesma conversa. E só quando eu desci o nível e disse que era normal para elas, mas para mim não era e que ele se engasgava várias vezes, o que me deixava nervosa, é que a enfermeira apareceu. Vinha ensonada, despenteada, e nada feliz com a minha insistência e inexperiência.

Na noite seguinte começaram as cólicas. De vez em quando aparecia uma enfermeira. O discurso era sempre o mesmo, "é normal, é normal". Mas aí senti-me só e estava desejosa de vir para casa para ter a ajuda do meu marido.

O pior, foi perceber que o meu marido também não conseguia ajudar muito. O bebé chorava ainda mais no seu colo e ele ficava a olhar para mim com um ar de quem quer ajudar, mas não sabe mesmo como.

Nestas situações senti-me muitas vezes sozinha, independentemente de quem estivesse comigo.

Mais recentemente voltei a sentir-me só. Apesar de ter muito apoio da minha família, a minha mãe e a minha sogra têm sido incansáveis com o Gonçalo, tenho tido muita ajuda de ambas e estou-lhes muito grata por isso, mas sentia-me só.

Uma vez tive a visita de uma amiga. Perguntou-me como estava uma situação que me andava a preocupar na altura e quando fui para responder ela interrompeu-me, falou, falou, contou a sua experiência, opinou, etc, etc, etc, e não se permitiu a ouvir a minha resposta. Eu naquele momento senti uma tristeza imensa, por ver que alguém que já me apoiou noutras alturas, agora não tenha sequer a amabilidade de me deixar falar.

Percebi também que no geral, as pessoas não percebem o que é ter um bebé, mesmo quando já os tiveram. O que realmente é irónico. Ou porque não se lembram, ou porque fizeram de modo diferente, mas não respeitam as decisões das mães e dos pais. E acham que temos de estar disponíveis, ora para telefonemas às dez da noite (para mim é tarde e não atendo a não ser que seja a minha mãe, o que é muito pouco provável) ora para outro tipo de programas.

Isto deixou-me triste, andei mesmo em baixo. E não é fácil de explicar, por isso não sei se me vão entender. Portanto já ouvi: "faz parte", "sentes-te só? Mas tens o teu bebé...", e por aí. Não é esse só, mas pronto.

Por fim, percebi que era um problema meu (apesar de muitas mães também o dizerem) por isso teria de ser eu a resolver. Não podia esperar compreensão dos outros, porque já se via o resultado.

- Voltei a fazer coisas que gosto de fazer sozinha.
- Aproximei-me de pessoas com os gostos idênticos aos meus ou numa situação familiar idêntica e que compreendem as minhas opções.
- Contactei amigas que não via há anos e encontrámo-nos a horas que os bebés gostam... tipo 9 da manhã!
- Interiorizei que não posso esperar que as outras pessoas entendam e respeitem a minha sensação de solidão, pois cada um tem os seus dramas...

E aos poucos esta sensação está a desaparecer. Sempre gostei de estar sozinha, sempre gostei de momentos de silêncio e esta sensação de que vos falo nada tem a ver com isso. Continuo a gostar de estar comigo! Este sentimento está de facto relacionado com a maternidade e como é algo novo para mim, não consegui lidar muito bem com isso.

Refletir ajuda-me sempre a resolver as coisas dentro de mim. E quando resolvemos os nossos problemas dentro de nós, libertamo-nos. Não culpamos os outros, não nos fazemos de vitimas, não achamos que o mundo está contra nós. Não acham? 😊
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sábado, 9 de junho de 2018

O MELHOR DESODORIZANTE DE SEMPRE

Depois de ter sido mãe tenho sentido alguma dificuldade em acertar num desodorizante que elimine o odor a suor.

Quando o Gonçalo nasceu usava um desodorizante sem alumínio da yves rocher.  Confesso que nunca foi dos meus favoritos, precisamente por não prolongar o efeito. Mas isso é normal nestes produtos sem alumínio. Desde então tenho usado outros, alguns já meus conhecidos, mas o problema mantém-se e ao fim algumas horas já me sinto "mal cheirosa"!

Resolvi experimentar um produto maravilhoso, muito barato, que não testa em animais, que não tem alumínio e, pelo menos para algumas pessoas, tem o poder de neutralizar muito bem o cheiro. Falo de bicarbonato de sódio.

Coloco apenas um pouquinho na palma da mão e com palmadinhas aplico na axila. Não cheira bem, mas também não cheira mal. E realmente tem resultado, pois só ao final do dia é que sinto um leve odorzito.

Entretanto, vi várias receitas com bicarbonato e óleo de coco. Ainda não fiz esta mistura, mas acredito que dê resultado e, aqui pode ser misturado algum óleo essencial para ter um cheirinho agradável.

Já experimentei também só óleo de coco, pois muita gente usa e gosta, mas comigo não resultou. Uma hora depois já sentia cheiro a suor e não tinha feito nada de especial. Provavelmente é bom para quem transpira pouco ou não tem um odor forte.

Fica a dica para quem se encontra com o mesmo problema. Quando fizer o desodorizante a sério, partilho convosco.



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quinta-feira, 31 de maio de 2018

O DESLEIXO DA MATERNIDADE

Já vos confessei várias vezes que uma das coisas que mudou muito com o nascimento do Gonçalo foi o tempo que tenho para mim. Para ler, para fazer exercício, para pintar as unhas, para fazer máscaras de rosto, para fazer pedicure (no verão passado usei praticamente só ténis, porque tinha os pés numa desgraça...).

No entanto não considero que me tenha desleixado.

Continuo a tomar banho diariamente, a lavar o cabelo dia sim dia não, a cortar o cabelo todos os meses, a lavar os dentes várias vezes ao dia, a usar desodorizante (e não sei se é só comigo, mas desde que fui mãe o meu cheiro cheira-me mal, não sei se me entendem...), a usar roupinha lavada, a limpar bem o rosto, a usar creme hidratante ou óleo no rosto e corpo... enfim, há coisas que continuo a fazer, com mais dificuldade, com mais pressa, mas faço sempre.

Mas há dias recebi um e-mail de uma rapariga que não conheço, mas que fiquei com vontade de conhecer. Desabafou que também ela sente que tem pouco tempo para si desde que foi mãe, mas que se sente desleixada. E para ajudar a este pensamento, ainda tem uma amiga que fez questão de lhe dizer precisamente isto, que a rapariga se desleixou com a maternidade...

Ora bem, assim à primeira vista, este comentário foi muito desagradável. Quem é que no seu perfeito juízo diz isto a alguém que tem um bebé e que já se sente mal? Por favor, um bocadinho de bom senso...

Voltando ao e-mail da Maria: "Antes eu esticava o cabelo varias vezes por semana, agora tenho dificuldade em conseguir lava-lo. Andava sempre maquilhada, desde que fui mãe maquilhei-me poucas vezes (...) que dicas tens para me ajudar a voltar a cuidar de mim, sem deixar de ter tempo de qualidade para a minha filha?"

Primeiro, devo dizer que não somos todas iguais, os bebés idem, e eles mudam muito, têm muitas fases... Respirar fundo, várias vezes ao dia, ajuda muito e simplificar também. Depois também ajuda fazer-se de surda ou ser mesmo boca de trapo para responder a estas "amigas".

Não tenho dicas milagrosas, por isso vou apenas partilhar o que faço desde que o Gonçalo nasceu, para me sentir bem:

- Leva o bebé para a casa-de-banho quando vais tomar banho. Levo o Gonçalo desde que nasceu, como está habituado não se chateia e eu não estou preocupada se ele acorda e chora.

- Dorme e descansa o mais que puderes. Só assim terás energia para o bebé e também será uma ajuda para te sentites melhor.

- Alimenta-te bem e bebe muita água. Só assim te sentirás saudável e com energia. Além disso, é um cuidado que ajuda na boa aparência.

- Cria uma rotina de beleza simples, de forma a conseguires cumpri-la sem grandes sacrificios. Mais vale usares 3 produtos diariamente, do que teres uma gama de 10 produtos que não consegues usar.

- Simplifica também a maquilhagem. Opta por produtos de fácil aplicação e adequados ao teu tipo de pele. Podes usar só um Bb creme e um batom, pões os óculos de sol e ninguém sabe que tens olheiras até ao meio do rosto. Ou seja, o importante é conseguires ter uma rotina mínima que te faça sentir bem, nos dias que consegues caprichar um pouco, melhor. Eu, tenho um mínimo que é bb creme, blush e máscara de pestanas. Mas se for só a uma esplanada nem uso máscara, porque tenho os óculos de sol.

- Tem produtos com duas funções. Por exemplo gel de banho esfoliante, duma vez fazes duas coisas.

- Tem tudo à mão. No duche deixa todos os produtos que podes lá usar: gel de banho, champô, condicionador, máscara, esfoliante de corpo, esfoliante de rosto, gel de limpeza de rosto, óleo hidratante... Não vais usa-los todos de uma vez, mas se tiveres tempo e vontade e estiverem ali à mão, será muito mais fácil e dificilmente sairías do duche para ires buscar estes produtos, certo?

- Usa um creme hidratante e tonificante de fácil absorção. Nesta fase será difícil usar cremes com fórmulas mais pesadas, tal como dificilmente terás tempo e paciência para cremes anticelulite. Portanto opta por algo simples mas que te deixará a pele mais bonita, macia, cheirosa e firme.

- Opta por um corte de cabelo que te facilite a vida e não o contrário. Não vale de nada teres um corte muito moderno, mas que só fica giro se tiveres de perder 1 hora com ele todos os dias. Mais vale ser prático, que não precise de muita coisa e que mesmo nos dias mais difíceis consigas dar um jeitinho e deixa-lo apresentável.

- Veste-te. Não caias na tentação de ficar de pijama o dia todo. Isto só vai contribuir para o sentimento de desleixo. Toma banho logo de manhã, para acordares e ficares fresca e cheirosa, e veste-te. Pode ser algo simples, como leggings, camisa e ténis. Mas estar vestida com roupa que qualquer visita inesperada pode ver, dá-nos logo outro ânimo.

- Usa perfume todos os dias. Não tem de ser forte, nem muita quantidade, mas um cheirinho agradável também nos anima.

- Pratica exercício. Só recentemente consegui organizar-me para dar caminhadas quase diárias. Não era o que queria, mas é o que consigo neste momento. E prefiro estas caminhadas de 30 minutos a nada. Além de me fazerem bem a mim, também fazem ao bebé.

- Mantém a tua roupa organizada. Também só o consegui fazer, devidamente, há pouco tempo, mas fez toda a diferença. Não fico sem saber o que vestir e vejo tudo o que tenho.

- Compra algumas peças as novas. Normalmente o peso depois do bebé nascer oscila um pouco, mas independentemente disso, devemos ter roupa atual e que nos sirva. Anima, sentimo-nos bem... Comprei 1 ou 2 peças diferentes do que uso habitualmente que me têm ajudado a sentir mas arranjadinha.

- Tem uma rotina com o bebé. Acho que esta é a melhor dica que posso dar. É algo que faço questão de ter. Tenho perdido cafés com amigas, por exemplo, para não mexer na sesta do Gonçalo. Sei que se o fizer é birra na certa, muita agitação e muitos nervos para mim. Não vale a pena. E a rotina ajuda-nos a fazer as coisas de forma rápida e a ter bebés mais tranquilos.

Isto é o que tenho feito nesta jornada de 13 meses (e meio). Como disse, posso não ter muito tempo para mim, mas com estes passos consigo não sentir-me desleixada. Continuo a gostar de me cuidar e a gostar do que vejo no espelho. Isso é muito importante. Não deixem que outras pessoas vos coloquem para baixo.

Têm mais dicas?
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quarta-feira, 23 de maio de 2018

VENCER A PREGUIÇA E ENCONTRAR MOTIVAÇÃO

Na semana passada escrevi um post sobre a minha procrastinação e o quanto isso me estava a prejudicar.

Dei por mim a ser o tipo de pessoa que não gosto. A queixar-se, a irritar-se e a deixar-se ir. Acredito que muitas vezes a vida não nos corre melhor porque não deixamos. Ficamos ali naquele descontentamento de braços cruzados a achar que as coisas mudam por artes mágicas. Eu estava assim! E é esgotante!

Portanto, se queremos resultados diferentes, temos de fazer as coisas de forma diferente, certo?

Uma das coisas que me desagradava era o facto de não conseguir fazer exercício de forma consistente.
Um dos meus objetivos para este ano era voltar a praticar exercício de forma regular. Pensei em voltar ao yoga ou ao pilates, ou seja, fazer qualquer coisa com horários, duração estipulada e professor... Mas não consegui. Encontrei um local com pilates que me agradava, tanto pelo horário como pelo preço e localização, mas não me conseguia organizar para ir. Isto estava a desgastar-me. Porque não era só o facto de não conseguir ir às aulas, era também por achar que tinha sempre muita coisa para fazer e por ter receio de não conseguir fazer algo que gosto e que é tão importante para mim.

Chegou o dia em que decidi fazer alguma coisa.

O que é que podia fazer, sem depender de horários, que pudesse fazer com o Gonçalo e não tivesse de me preocupar em deixa-lo com uma das avós? Algo tão simples como uma caminhada. Não preciso de mais, 30 minutos de caminhada por dia são-me suficientes. Pelo menos para já.

Depois de me decidir pela caminhada, tive que pensar nas alterações que tinha de fazer na minha rotina, para que não inventasse desculpas.

1 - Organizar-me - Tive de voltar a pensar na organização das minhas tarefas. (quando se tem um bebé, alteram-se muitas vezes as rotinas) Como já descanso melhor e não me sinto tão cansada à noite, voltei a organizar o dia seguinte, na noite anterior. Tudo o que posso adiantar para amanhã, faço hoje: arrumo objetos, roupa, adianto refeições, coloco roupa na máquina para lavar de manhã, limpo coisas, varro ou lavo chão... quanto mais faço hoje, menos tenho para fazer amanhã.

2 - Levanto-me cedo - O Gonçalo acorda cedinho, o que ajuda.

3 - Ter roupa e ténis preparados - Assim evito atrasos de manhã. A roupa do Gonçalo também fica preparada.

4 - Mudar o foco - Pensar nos meus objetivos e no prazer que o exercício me dá, é meio caminho para ter motivação.

Comecei as caminhadas há uma semana e tenho cumprido com o prometido. Só não faço às terças e quintas, pois são dias mais preechidos, em que levo o Gonçalo cedo para a minha mãe e que por isso também aproveito para outras coisas. De qualquer forma faço uns exercícios só para descomprimir.

Saimos de casa às 8:30 e às 9 estamos de volta. Quando chego a casa faço sempre exercícios localizados para trabalhar vários grupos musculares. Enquanto isso o Gonçalo brinca e parece gostar das acrobacias da mãe! Depois tomo um duche e vou dar o lanchinho da manhã ao baby para depois ele fazer a sua sesta.

Há dias em que damos duas caminhadas, uma de manhã e outra à tarde.

O Gonçalo gosta muito destes passeios, acho que as manhãs são muito mais produtivas e sinto-me muito melhor:
- tenho mais energia e motivação,
- estou mais organizada,
- tenho a sensação de dever cumprido, que adoro e motiva-me mais (é um ciclo vicioso),
- tenho mais atenção a outros cuidados (pele, alimentação, meditar,por exemplo),
- os intestinos estão mais regulares.

E esta simples caminhada veio mudar muita coisa. Devemos olhar para a nossa vida como um todo, e perceber que uma pequena mudança pode fazer realmente diferença em muitas áreas na nossa vida. Isto começou há cerca de uma semana e já noto muita diferença, o que me motiva para continuar.

Energia gera energia e é isso que quero para a minha vida. Muita e boa energia!






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sexta-feira, 18 de maio de 2018

ROTINA DE PELE - ANTI-IDADE

A minha pele é uma dor de cabeça.

Tive acne na adolescência, na verdade nunca deixei de ter borbulhas, tenho poros dilatados, manchas e rugas de expressão. Mas recentemente tenho notado a pele mais pigmentada, apesar de todos os cuidados.

Voltei a tomar a pílula e associo esta pigmentação a isso. Não sei se será essa a razão, mas foi a única mudança que encontro que possa estar a provocar estas manchas.

Assim sendo, resolvi investir num creme que ajudasse tanto nas manchas como nos outros sinais de idade. Fui convencida por um post da Cláudia Gusmão onde fala e, explica muito bem, as vantagens do uso do Retinol. Aconselho mesmo a leitura. Comecei a usar o Redermic R há cerca de uma semana e espero que as coisas melhorem.

Passemos então à minha rotina de rosto atual:

Manhã:
- Lavo o rosto com água fria e com gel de limpeza
- Tonifico com água de arroz (Para se fazer a água de arroz colocam-se 2 ou 3 colheres de sopa de arroz numa taça, cobre-se de água mineral ou filtrada e depois de 40 minutos coa-se a água para um frasco. Esta água dura uma semana no frigorífico)
- Passo 2 gotas (é suficiente para o rosto e pescoço) de bio oil
- Passo protetor solar
- Maquilho-me (depende dos dias)

Gel de limpeza para pele oleosa e água micela para pele sensível
ambos da yves rocher, cerca de 7,49€ cada

Redermic R - La Roche-Posay, cerca de 28€ na wells
Bio- oil, cerca de 12€ na wells

Creme mineral 50+ Uriage (indicado para bebés, partilho-o com o Gonçalo)
 cerca de 12€ na wells

Noite:
- Desmaquilho-me com água micelar
- Volto a lavar com o gel e a tonificar com água de arroz,
- Aplico o Redermic R

Vamos ver como evoluem as coisas. Eu tenho muito cuidado com o sol, e mesmo adorando praia não me exponho demasiado. Uso protetor todos os dias e na praia estou sempre à sombra. Este ano, com o bebé, faremos praia nas horas menos quentes, portanto também me parece que não será um problema.

De qualquer forma, já puz a hipótese de mudar de contracetivo, porque a pílula ajuda-me nas borbulhas, mas depois nas manchas é isto. Também penso em fazer um tratamento com tretinoína (ketrel) no inverno. E claro que estes cuidados são para a vida. Terei de mudar alguns hábitos, e tenho feito por isso (evitar açúcar, fritos, beber água, fazer exercício...).

Daqui a um mês partilho os desenvolvimentos, mas acredito que sodaqui a 2 ou 3 meses note grandes resultados. De qualquer forma tenho fotos para comparar e partilhar.

Conhecem algum destes produtos?

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