quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

A MINHA SIMPLES ROTINA DE ROSTO

Isto de ser mãe e querer fazer tudo e mais alguma coisa, cansa! O que é certo é que nós mães temos sempre energia para mais um pouco, e vamos sempre conseguindo realizar 1000 tarefas por dia. Mas há sempre qualquer coisa que fica por fazer, e muitas vezes o que fica para segundo plano? Nós!

Desde que o Gonçalo nasceu que ando a pensar em facilitar a minha rotina de pele. Embora goste muito de usar muitos cremes e de normalmente ser assídua nesse aspeto, tinha dias em que simplesmente não me apetecia.

Pensei, pensei e lá me decidi. O que era importante ter na minha rotina de rosto? Produtos fáceis de usar, de textura agradável, de preferência que fizessem vários trabalhos ao mesmo tempo e que pudesse ser igual de manhã e à noite.  E tudo isto com poucos produtos.

Posto isto, a tarefa até foi fácil.



Limpar e desmaquilhar de uma vez, tanto rosto como olhos, com um produto suave. Gel de limpeza L' oreal.

Depois gosto sempre de tonificar, optei pelo gel micelar da yves rocher, que limpa e tonifica de forma suave, com um aroma muito suave e que deixa a pele fresquinha sem repuxar.

Por fim precisava de um produto hidratante, que lutasse contra as rugas e ainda contra as manchas. Conheci o Bio Oil e damo-nos lindamente. 3 gotinhas apenas e rapidamente o rosto está hidratado. Mais umas 2 ou 3 e fica o pescoço, o decote e ainda as mãos. Nada mais multifacetado. De dia acrescento o protetor solar e à noite estou pronta para ir para a cama!

E assim estou feliz, com pouca coisa resolvo vários assuntos e todos os produtos são acessíveis, cheirosos, fáceis de encontrar, fáceis de usar e melhor, já vejo resultados!

Para além destes cuidados diários, faço também uma esfoliação semanal e depois deveria usar uma máscara. Nem sempre uso... vá, para aí uma vez por mês!!! Falarei sobre isso noutro post! ;)
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

5 COISAS QUE NÃO GOSTO DE OUVIR COMO MÃE

Ah, é um menino? Mas tem cara de menina... tem mesmo cara de menina! - Ou vice-versa. Por acaso dizem-me sempre que o Gonçalo tem cara de menino, mas há dias uma senhora disse que tem cara de menina, depois de ter perguntado se era menina e de eu responder que não, ela ainda voltou a perguntar e insisiu que o rapaz afinal tem cara de miúda! E então? O que quer que eu faça, que lhe mude o nome?

Ele ainda não ri?! - O Gonçalo por norma é simpático, mas tem os seus dias, como todos nós. Se não conhecer a pessoa é normal que não sorria. Mas há dias estávamos no supermercado para comprar charcutaria. Enquanto esperávamos uma senhora meteu conversa... com o Gonçalo. "Ah és muito giro, na na na, na na na..." e ele nada! Até que a senhora sai-se com um: "Ele ainda não ri?" - Ao que respondi com um sorriso: "Ele não a conhece!!!"
A pergunta não tem nada de mal, mas é a forma como é feita, parece que é do género: "Se não sorri para mim é porque não sorri, e se não sorri é porque tem algum problema." 

Isso é agora! - Esta observação surge sempre que refiro que o Gonçalo come bem. É matemático! Mas eu não estou a dizer que ele vai comer bem para todo o sempre, estou apenas a referir-me ao agora, ao presente!

Prepara-te porque ainda vai piorar. - Há sempre um bom samaritano que nos alerta para o perigo que ainda há-de vir. Tudo vai piorar. E é mesmo o que uma mãe precisa de ouvir. Há uns tempos uma amiga perguntou-me como estava a correr a nova rotina com o Gonçalo (quando voltei ao trabalho logo depois do parto, ou seja, tinha ele 6 semanas) eu referi que estava muito cansada, porque continuava a amamenta-lo de 2 em 2 horas, as noites eram iguais aos dias e que com o trabalho as coisas estavam difíceis. E apesar de ter o meu marido em casa a cuidar do bebé e a ajudar nas restantes tarefas tinha sempre a sensação que havia ainda muito por fazer. Havia sempre roupa para passar, coisas para arrumar... E a sua resposta foi: "Hum, e prepara-te que vai piorar. Quando ele começar a comer, tens de fazer as sopas, depois suja-se mais, e depois quando começar a andar e a brincar, nunca tens nada arrumado." - foi uma resposta realista? Não sei se foi, porque apesar de tudo, acho que estou menos cansada agora que ele come sopa, que se suja mais e que já brinca com os seus brinquedos. Eu estava cansada porque não dormia! Acho que me tinha bastado ouvir: "É uma fase, tudo passa, não te stresses!" - porque na verdade é assim, é sempre uma fase!

Ainda não tem dentes?! Ah, mas isso é mau, porque depois nascem todos ao mesmo tempo! - Desde os três meses que ouço que os dentes estão a chegar. Na consulta dos 4 meses com a pediatra, esta disse-nos que não havia sinal de dentes, duas semanas depois, com a médica de família, já havia um dente a querer romper. O Gonçalo tem 7 meses e meio e nada de dente! Então começam os entendidos no assunto a opinar. Mas o engraçado é que ele não tem dentes, mas a culpa não é nossa! Se nascerem todos ao mesmo tempo, a culpa também não é nossa. E que eu saiba não há nenhuma lei que obrigue os dentes a nascerem cedo e com diferença de tempo entre si. Se nascerem todos na mesma altura, qual é o problema?

E vocês,  há coisas que ouvem e que vos irritam (maternalmente falando)?
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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

DAQUI A UM MÊS É NATAL

E eis que chega a minha altura do ano favorita! Talvez não seja a favorita, mas é uma das, com certeza.

E eis que chega também uma das alturas que menos gosto, a altura do consumismo! Detesto este consumismo!

No outro dia uma amiga, daquelas que nem é assim tão amiga, perguntou-me o que quero que ofereça ao Gonçalo no Natal. "Nada"- respondi eu. "Ah, nada não, ele deve precisar de alguma coisa."

Felizmente não precisa, ou melhor, precisar claro que precisa, mas acredito que ela não queira oferecer uma dose da vacina da meningite, ou um cabaz de fruta, legumes, carne, papas, leite, ou fraldas, águas termais de limpeza e pastas de água, ou coisas desse género. Porque para mim estas são as suas necessidades, são as coisas de que ele precisa. Mas há uma insistência para se oferecer presentes, o que não tem nada de mal. É bom darmos presentes aos que amamos, mas não é bom darmos presentes porque nos sentimos nessa obrigação. E eu, depois daquela conversa, fiquei a sentir-me na obrigação de oferecer um presente ao filho dessa minha amiga, que nem é assim tão amiga...

E depois vem a questão: o que oferecer? Porque há pessoas que não gostam de nada, que criticam tudo, que nunca ficam satisfeitas... ou é porque damos algo barato, ou porque é caro, ou porque é sempre o mesmo, ou porque o diabo que as carregue...

Noutro dia e com outra amiga, essa dizia-me: "Não sei o que dar à minha prima, para o que ela me dá... No ano passado deu-me um sabonete... um sabonete, já viste?" "E que sabonete?"- perguntei. "Ah, um hidratante da Phillipe by Almada..." E eu tive que dizer: "Eh pá, não é propriamente um sabonete reles, desculpa lá! Olha, não me importava nada..."

Noutra conversa, ouvi a queixa dos panos de cozinha que a tia avó insiste em oferecer todos os anos. Aqueles que as velhotas gostam de bordar, com carinho e dedicação, e depois oferecem para sabermos que se lembram de nós, sabem? É assim tão desprezível?!

Confesso que este ano só vou dar um miminho a cada pessoa e são poucas. Não me interessa que achem caro ou barato, ou sempre o mesmo. Tenho outras prioridades, portanto! E apetece-me mais estar em família a comer, beber e rir do que stressada com presentes e dinheiro mal gasto!

 É isto! :)
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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

A ALIMENTAÇÃO DO GONÇALO

O Gonçalo foi alimentado em exclusivo com leite materno, até aos 4 meses de idade. Por volta dessa altura (mais ou menos 4 meses e meio) começou a fazer a introdução alimentar sugerida pela sua pediatra.

Começámos então pela tradicional sopa de cenoura, batata e cebola, para depois de três dias introduzirmos um verde, que a cada três dias era alterado. O plano era dar a sopa ao almoço ou jantar, fruta à sobremesa (banana esmagada, maçã ou pêra cruas ou cozidas, mas trituradas) e ao lanche papa sem glutén. Aos 5 meses e meio introduzimos a carne, na verdade era nesta idade, mas só introduzi aos 6 meses. A carne é de frango, perú, vitela, coelho (que ainda não comeu). Aos seis meses, passávamos para a papa com glutén ao lanche intercalada com iogurte natural sem açúcar com bolacha maria triturada. Nas restantes refeições continuava a mamar, ou caso não estivesse comigo, eu tiraria o leite para depois ele beber.

E como tem corrido isto tudo?

Primeiro, devo confessar, não segui as indicações da pediatra à risca, mas guiei-me muito pelo que me recomendou.

A primeira experiência com a sopa não correu muito bem e o Gonçalo depois de algumas colheradas desatou a chorar! Eu podia ter feito um drama, mas não fiz. Foi a primeira experiência, tinhamos muitas oportunidades para que a coisa corresse bem! A seguir, supostamente, deveria ter dado a fruta, mas achei demais. Se ele estava a chorar, qual era a necessidade de continuar com o sofrimento? Optei por deixar a frutinha para o lanche e ver se corria melhor.

Correu muuuuiiito melhor. A fruta era uma bela pêra cozida a vapor e triturada, que dentro da inexperiência do bebé foi rapidamente consumida (mas não toda a dose). Ao jantar resolvi voltar à sopa e tudo correu melhor. Assim sendo, toda a experiência de introdução alimentar tem corrido muito bem.

Voltando à parte de não ter seguido as instruções da pediatra à risca. Relativamente aos alimentos permitidos e proibidos, segui e sigo regionalmente. Não lhe dou nada sem primeiro falar com a pediatra ou com a médica de família. Relativamente à organização das refeições, aí sim tenho alterado e faço como acho melhor, e dependendo da resposta do Gonçalo.

Hoje em dia a sua alimentação é assim:
De manhã mama, ou caso eu esteja a despachar-me o meu marido da-lhe biberão com o suplemento (ah, porque aos 5 meses começou a beber suplemento, porque eu não conseguia trabalhar e tirar leite para ter "stock". E também não gostei da experiência de tirar leite...). Se estiver comigo de manhã, normalmente só mama, ou bebe biberão só uma vez (o meu leite também está a dar as últimas...), almoça sopa, bebe biberão antes da sesta (cerca de duas horas e meia ou três depois de almoço) e depois come a fruta. Ou seja, regra geral, a fruta é o lanche. A papa normalmente come ao jantar e o iogurte só comecei a dar-lhe na semana passada misturado com fruta e não com bolacha maria (não tenciono dar-lhe já a bolacha maria...). Entretanto comecei a alterar a base da sopa (abóbora, curgete e nos verdes só não consome espinafre e ervilhas), e também a variar a fruta (melão, abacate, manga, dióspiro).

Antes de dormir, por volta das 21:30, por enquanto mama (mas não sei se vai durar muito), por volta das 00:30 acorda e volta a mamar e por volta das 3 acorda e dou suplemento e dorme até de manhã.

Até à data, o Gonçalo só não gostou de abacate (confesso que também não eram muito bons), mas misturado com um pouco de outra fruta, já come bem. Todas as sopas, todas as frutas têm sido bem recebidas. Entretanto também comecei a dar-lhe alimentos simples mal esmagados com garfo, por exemplo batata doce assada, e ele come muito bem. O iogurte não é dos seus favoritos, mas apesar da cara feia nas primeiras colheradas, acaba por comer.

Gosto de ler sobre alimentação saudável, e como tal também para o Gonçalo tenho lido muito, tenho ouvido opiniões, etc. Mas como sempre a última palavra é minha, e mesmo que a pediatra me diga que a bolacha maria não faz mal, não vejo também para que faz bem. A não ser para adoçar o iogurte, o que me parece contraditório, pois se o bebé deve comer iogurte natural sem ser açucarado, para que se habitue ao sabor mais simples dos alimentos, então para quê disfarçar esse sabor com uma bolacha super doce?

Já procurei receitas de bolachas caseiras e serão essas as primeiras bolachinhas do Gonçalo. Também aqui tenho o aval da pediatra, que também me disse que podia dar papas caseiras se assim entendesse. Por acaso ainda não dei, mas faz parte dos planos.

Claro que, como sempre, há osacríticas em relação às minhas opções.
A maioria das pessoas sugere-me adoçar o iogurte ou a fruta. "Ah, coitadinho, um bocadinho de açúcar também não faz mal". Ou um comentário de uma amiga que, confesso, deixou-me perplexa: "Abacate? Blhac, coitada da criança."

O meu objetivo é variar na alimentação do meu filho, dar-lhe a provar de tudo um pouco, mas fugindo ao que considero, para já, desnecessário. Tem tempo de comer danoninhos, chocolatinhos e afins. Para já tem muita frutinha e legumes à sua disposição, todos os dias vario o mais possível. Daqui a uns anos ele pode ser "mau garfo", não sei, mas pelo menos sei que fiz o possível para que isso não acontecesse.

Eu sei que ele prefere pêra a maçã, mas não vou deixar de lhe dar maçã por isso. Sei que gosta mais da sopa com batata doce do que com curgete, mas não vou dar-lhe só sopa com batata doce... Sei que prefere a papa ao iogurte, mas continuo a dar-lhe iogurte...

Os gostos educam-se e de pequenino se torce o pepino! ;)
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terça-feira, 31 de outubro de 2017

ACALMAR A MENTE E TER MAIS FOCO

Há dias a minha sobrinha enviou-me sms para saber como estava e respondi-lhe que estava ansiosa e cansada. E como tantas vezes me acontece, só depois de escrever é que percebi que não era uma coisa daquele dia, mas sim de há muitos, muitos dias.

Por norma sou uma pessoa focada, com muita facilidade em concentrar-me. Efeitos do yoga, coisas que tenho aprendido a trabalhar e a valorizar. Mas de há uns tempos para cá que me sinto uma barata tonta. Faço 500 coisas ao mesmo tempo, acabando por não terminar convenientemente nada, estou sempre a pensar no que ainda há-de vir, nos ses, se acontece isto, se acontece aquilo... ninguém merece!!! As noites não ajudam, umas porque o Gonçalo acorda várias vezes, e mesmo quando ele dorme bem e acorda uma ou duas vezes, eu não descanso. Acordo muitas vezes, demoro algum tempo a adormecer, tenho pesadelos... enfim, tem sido um stress! E tenho a cabeça sempre a mil, a pensar em tudo ao mesmo tempo, começo nas inequações e de repente já estou a pensar no almoço de amanhã e nas compras do fim-de-semana. Ou seja, não me foco. A minha mente está muito dispersa, preocupo-me com muita coisa ao mesmo tempo, e muitas vezes com coisas que nem dependem de mim. E depois de ter chegado a estas conclusões, delineei um plano. Isto não é novidade para mim, já tive fases destas, portanto sei o que resulta.

MEDITAR - Coisa que tenho feito pouco. Não é preciso muito tempo de meditação para os resultados fazerem-se notar, mas é preciso regularidade. Mais vale pouco diariamente do que muito uma vez por semana. Gosto de meditar à noite, já na cama, mesmo antes de dormir.

PRATICAR UM POUCO DE YOGA DIARIAMENTE  - Mais uma vez tenho praticado pouco, quase nada, para ser sincera. Mas quero voltar à pratica diária e como sei que não vou conseguir dedicar-me muito tempo, estabeleci 5 minutos por dia. Pode parecer pouco, mas é o suficiente para fazer várias saudações ao sol, ou para praticar posturas que me ajudem a enraizar, que é o que preciso neste momento.

PRATICAR YOGA NIDRA  - Yoga nidra é um relaxamento profundo. A mente quase que adormece, mas não chega a adormecer (e o objetivo é não adormecer) mas ficamos num estado tal de relaxamento que parece que levitamos de tão leves que ficamos. No final a sensação é de muita leveza e parece mesmo que dormimos umas horinhas. É muito bom, acreditem! E agora que o meu baby nem sempre me deixa dormir, se conseguir uma vez por semana experimentar este relaxamento profundo, acredito que ficarei mais concentrada e de pés assentes na terra.

TER MAIS ATENÇÃO À ALIMENTAÇÃO E BEBER MAIS ÁGUA - Não que ache que me alimento mal, mas tenho sentido que ao longo do dia vou ficando inchada e chego à noite desconfortável. Isso deve-se, definitivamente, à alimentação mais desiquilibrada, ao comer à pressa, à pouca ingestão de água, etc.

COMER MAIS COMIDA NATURAL - Tenho ingerido menos fruta que o normal, e que o desejável. Há dias em que só consumo uma peça de fruta e isso não pode acontecer. Apostar numa alimentação mais natural, comer mais fruta e legumes, é algo que contribui muito para o nosso bem estar físico e consequentemente para o bem estar psicológico. E existem teorias que mostram que uma alimentação equilibrada ajuda a uma mente mais estável.

BEBER MENOS CAFÉ - Durante a gravidez bebia apenas um café por dia e não sentia necessidade de mais. Quando o Gonçalo nasceu passei a beber dois, mas tinha permissão da pediatra para beber no máximo 3 por dia. Hoje bebo mais, não todos os dias, mas há dias que sinto mesmo que estou a exagerar. E tudo o que é de mais é prejudicial. Claro que numa altura em que estou mais agitada, o café só irá contribuir para mais agitação.

ESCREVER NO DIÁRIO DA GRATIDÃO - Sinto falta de pôr as coisas no papel. E muitas vezes na correria nem temos tempo de agradecer, ou de pensar nas coisas boas da nossa vida. O diário da gratidão permite-nos refletir sobre os aspetos em que nos sentimos gratos e gratidão gera gratidão, o que gera pensamento positivo e por sua vez gera coisas boas!

RENOVAR AS ENERGIAS CÁ DE CASA - Como sabem trabalho em casa, como tal entra cá em casa muita gente, muita energia. E ultimamente tenho sentido o ambiente pesado. Não sei até que ponto está relacionado com as pessoas que entram e saem diariamente, mas estou convicta que preciso de fazer algo para renovar as energias cá por casa. Posso começar pelo destralhamento, pela limpeza, pelo arejamento, pela organização do espaço... talvez rever um pouco as teorias do feng shui, usar incenso (não sou nada fã de incenso, mas agora vale tudo). Tudo isto são aspetos que influenciam o nosso bem estar, portanto não custa nada dar-lhes alguma atenção.

Acredito que aos poucos a minha concentração volte. Com todos estes cuidados as coisas vão voltar ao normal e daqui a um tempinho já me sentirei melhor. Tudo a seu tempo.

Talvez fale sobre os desenvolvimentos nos próximos posts ou até deixe algumas dicas. Quem quer?

Deixo-vos os links de alguns posts relacionados com estes assuntos, para o caso de terem interesse. ;)

https://areceitamagica.blogspot.pt/2014/04/yoga-nidra.html

https://areceitamagica.blogspot.pt/2015/12/yoga-nidra.html

https://areceitamagica.blogspot.pt/2015/10/diario-da-gratidao.html

https://areceitamagica.blogspot.pt/2015/11/meditacao-beneficios-e-primeiros-passos.html

https://areceitamagica.blogspot.pt/2015/09/nao-sofrer-por-antecipacao.html






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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

COMO VAI A ORGANIZAÇÃO DE REFEIÇÕES

Finalmente parece que estou a conseguir organizar as refeições. Ainda não estou no nível que gostava, mas já estou bastante confortável.

Fiz as compras no sábado à tarde e no domingo de manhã adiantei algumas coisas e terminei outras à tarde.

Antes de fazer as compras organizei mentalmente o que tinha em casa, pensando logo nas refeições que podia fazer com essa comida e depois foi só comprar o restante. Não fiz lista, pois fui a um supermercado onde prefiro decidir na altura, consoante o que têm disponível, principalmente a nível de carne.

Portanto, no congelador tinha uma posta de perca, delicias do mar e alguns camarões, que servirão para uma massinha de perca. Tinha 8 de bifes de peru, que devia ter separado antes de congelar e não fiz, que serão para panar, pois mesmo que sobrem comem-se bem frios. Pelo menos nós gostamos. Temos também rissóis para as emergências e ervilhas estufadas que sobraram de uma refeição (e serão reaproveitadas no almoço de segunda), para além de brócolos, ervilhas e couve flor.

Assim comprei, choco limpo congelado para uma feijoada. Vitela para estufar, peitos de frango, bifanas de porco e ainda vitela para as sopinhas do meu baby Gonçalo!

A carne que comprei servirá para 2 refeições cada (à exceção da carne para a sopinha do Gonçalo que servirá para várias sopas). Além da carne, comprei cenouras, agrião, alho francês, abóbora, tomates, batatas doces e pêras. Ainda trouxe tânjaras (ou tanjas, ou tângeras, dependendo da zona do país) da casa dos meus pais e melão da casa dos meus sogros.

No domingo fiz sopa com um resto de grão cozido e couve coração tinha no frigorífico, e com legumes que comprei, claro. Esta sopa será para duas refeições e depois farei outra. Piquei 4 cebolas e alguns dentes de alho na minha bimby (que é uma simples picadora), e guardei numa caixa no frigorífico, adiantando já todos os cozinhados onde os uso (e são basicamente todos). Temperei também a carne para o almoço e jantar de segunda (vitela e bifanas) e guardei em caixas no frigorífico.

Desta forma ficaram as refeições de segunda e o jantar de domingo orientados. Terça prepararei a feijoada de choco para o almoço e na mesma altura farei também uma sopa de agrião, que será consumida em dois jantares.

Como o Gonçalo não vai estar comigo nessa altura, fica tempo para ir preparando outros alimentos para futuras refeições. Para isso basta-me deixar alguns a descongelar na segunda à noite e tempera-los na terça.

Estes pequenos avanços são uma grande ajuda para o dia-a--dia. Como aproveito a sesta, ou pequenas sestas, do bebé para estas tarefas, sinto que é um esforço que rende muito, pois a seguir estou mais disponível para estar com ele sem o stress de ter de preparar as montes de coisas.

O final do dia costuma ser atribulado, com o banho do bebé e a hora que o vamos buscar, não sobra muita paciência para preparações de jantares, principalmente se quisermos jantar a horas decentes e tendo em conta que o sono do Gonçalo chega cedo, há que despachar tudo o mais rápido possível.

E vocês, como organizam as refeições? É tudo na altura ou vão adiantando o mais possível?
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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

NÃO AO DESPERDÍCIO

Este mês assinala-se o mês da poupança.

E poupança é um assunto extenso que pode ser dividido em vários aspetos.

Pois bem, para mim, a poupança passa muito pelo desperdício, ou melhor, por formas de o evitar. E ao evitarmos o desperdício também a vários níveis, para além de pouparmos dinheiro, por exemplo, poupamos também o ambiente. E este assunto do ambiente passa ainda despercebido a muita gente, mas é algo que teremos de alterar como sociedade. Afinal de contas, este ano já utilizámos todos os recursos que tinhamos disponíveis para 2017, ou seja, estamos a utilizar já os do ano que vem, o que significa que por este caminho, chegaremos a um ponto sem recursos... isto é preocupante, não acham?

Se todos fizermos o pouco que está ao nosso alcance, com pequenas alterações no dia-a-dia, conseguimos amenizar o problema. E se parece algo muito abstrato, basta pensar no mundo que queremos "dar" aos nossos filhos. Em que mundo queremos que vivam? E os nossos netos? E os nossos bisnetos?

Evitando o desperdício, estamos portanto a poupar muitos recursos!

Deixo-vos um pouco do que faço para evitar o desperdício na minha vida.

Desperdício de comida:
Há quem não goste de ter restos de comida e prefere jogar fora... enfim, são opções. Para se evitar esta atitude, das duas uma, ou cozinhamos à conta para não sobrar, ou caso sobre, reaproveita-se. Às vezes as sobras podem servir de refeição, mas outras vezes podem servir para uma nova receita. Sobras de carne podem ser reaproveitadas para quiches, empadões, pasteis. Tal como as sobras de peixe, legumes, charcutaria... Sobras de esparguete podem ser usadas numa tortilha, onde o esparguete substitui a batata... Legumes murchos podem ser usados num creme de legumes. Fruta muito madura pode ser usada em bolos, geleias, purés, pudins... E podia escrever um post sobre este assunto, não acham?

Desperdício de água:
Atravessamos uma época de seca extrema, e quer queiramos quer não, a água é-nos essencial, mas não é inesgotável. Há zonas no mundo sem acesso a água potável, se nós temos acesso, vamos dar graças a Deus por isso, mas com atenção ao desperdício. É preciso tomar banho ou lavar os dentes com a água sempre a correr? Podemos aproveitar a água que corre fria enquanto esperamos pela água quente para o banho? Podemos regar as plantas com a água onde lavámos os legumes da sopa? Ou podemos utilizar esta água para passar a loiça por água antes de a colocarmos na máquina?

Desperdício de produtos de limpeza ou de beleza:
Quantas vezes jogamos fora embalagens de champôs (ou detergente de loiça ou roupa, amaciador, creme de corpo, etc.) com um restinho de produto? Sou daquelas pessoas que volta a embalagem ao contrário e usa até ao fim. E quantas vezes parece que não tem nada e só o facto de estar uns minutos de "cabeça para baixo" ainda dá para duas ou três utilizações? E a pasta de dentes? Bem espremida parece que nunca mais acaba.

Desperdício de roupa:
Desde que soube da campanha da H&M, onde se trocam sacos de roupa usável, velha, rota, encardida, feia, do século passado e tudo o que possam lembrar-se, por talões de 5€ que podem ser descontados em compras de 30€, deixei de jogar qualquer trapinho que fosse fora. A intenção é reduzir o impacto ambiental reutilizando e reciclando fibras têxteis. Comprar apenas o que preciso também tem feito parte dos meus hábitos. Cheguei a um ponto de não ver necessidade de ter 3 malas pretas, ou 6 pares de jeans idênticos, ou qualquer coisa do género. E faço o mesmo com o Gonçalo, não compro 500 peças de roupa para depois não lhes dar uso. Tem pouca coisa e usa tudo.
Ah, e os talões quando não são usados por mim, ofereço à sobrinha, à mãe, à amiga... nada se desperdiça.

Desperdício de energia elétrica:
Luzes acesas sem ninguém na divisão, televisão a trabalhar para o boneco, carregadores de telemóvel ligados sem o telemóvel... são cuidados básicos que fazem a diferença. Depois há também a questão de passar a roupa a ferro. Será necessário passar tudo, tudo, tudo?

E ainda temos o desperdício da nossa própria energia, seja ela física ou psicológica. Desperdiçar energia com tarefas desnecessárias ou com pessoas tóxicas, são coisas que também podemos evitar. Pode não ter relação direta com a poupança de dinheiro ou com o cuidado com o ambiente, mas se calhar melhora a nossa vida e acaba por estar tudo interligado.

Temos também o desperdício de matéria prima, por exemplo vidro. Devemos de reciclar o que não usamos, mas também podemos reutilizar. Por exemplo, eu gosto de guardar frascos de pickles, maionese, etc, para compotas, ou para guardar sementes de chia, de abóbora, ou frutos secos. Assim não preciso de comprar frascos de propósito para estes fins.

E fico com a sensação que tinha muito mais para escrever sobre desperdício, ou como evita-lo, mas penso que falei do essencial.

Concordam que evitar o desperdício é uma forma de poupar dinheiro e o ambiente? O que fazem nesse sentido?


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