terça-feira, 17 de novembro de 2020

BONS HÁBITOS PARA UMA CASA PEQUENA E SAUDÁVEL

 


Vivo num casa pequena há 11 anos. Na verdade vivi numa durante 5 anos e na atual vivo há 6!

A casa dos meus pais é grande e a falta de espaço nunca foi uma preocupação enquanto lá vivi. Conseguia guardar tudo o que já não precisava, toda a tralha, roupa que não me servia mas que podia vir a servir, etc...

Quando vi o meu espaço bastante reduzido, vi que tinha de ser mais seletiva e organizada. 

Não foi fácil, porque tinha muita dificuldade em desfazer-me de coisas que não usava por ter medo de voltar a precisar. 

Achava que podia manter tudo, independentemente de usar ou não, e "organizava" dentro de caixas e armários. É se pensarmos, essa ideia é-nos vendida por marcas como a Ikea, por exemplo. Muitas prateleiras com caixas organizadoras. Pode ser realmente uma boa solução, mas não quer dizer que o facto de termos tudo dentro de caixas que esteja tudo bem organizado, ou que tudo faça falta na nossa vida. 

Com o tempo fui percebendo várias coisas:

- o problema não era a falta de espaço, mas sim o excesso de coisas,

- não vale a pena guardarmos coisas que não usamos, 

- é bom desfazermo-nos de coisas que não usamos para arranjarmos espaço para coisas novas, ou simplesmente para termos espaço vazio,

- espaço vazio é melhor que espaço atulhado,

- a tralha não se organiza, só acumula pó, dificulta a boa limpeza, atrai má energia e faz criação, pois tralha atrai tralha,

- destralhar com frequência ajudar-nos a poupar tempo,

- é importante que em casa tudo tenha a sua casa,

- ter pouca decoração ajuda a manter a casa mais limpa e o visual mais leve,

- quando entra um novo, sai um velho, 

- não temos de guardar presentes, ou recordações, que não gostamos, 

- uma casa arrumada e "suja", parece que está limpa, uma casa limpa e desarrumada, parece que está suja,

- ter uma rotina diária é muitas vezes o suficiente para manter tudo em ordem,

- a nossa casa tem de responder às nossas necessidades, seja a nível estético, como a nível de espaço.

Na verdade acho que são bons hábitos para qualquer casa, independentemente do seu tamanho. Desejo ter uma casa maior, mas não demasiado grande, mas o meu principal objectivo é ter só o que preciso, nem mais nem menos. Desta forma o espaço, ou a falta dele, nunca será um problema (ou pelo menos um grande problema)! 

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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

HÁBITOS A RECUPERAR - YOGA


 Há muito que quero voltar a praticar Yoga regularmente. Tenho feito algumas tentativas, aguento-me durante uns tempos mas depois volto a procrastinar. Não tem sido fácil!

Há duas semanas estive a refletir no assunto (muito reflito eu...) e fiz uma lista onde respondo às perguntas :

- Porque é importante para mim praticar exercício regularmente?

- Qual o melhor horário para praticar?

- Porquê praticar de manhã?

- Porquê diariamente?

- É importante praticar exercício regularmente porque sinto-me melhor, fico mais ágil, mais forte, mais magra, mais saudável, baixa o colesterol, ajuda-me a focar mais. 

- A prática de manhã tem a vantagem de estar "sozinha" já que os homens estão a dormir, tenho mais tempo, fico com o assunto despachado, é uma forma de ter um tempo só para mim. 

- Pretendo praticar diariamente para ter uma rotina, para voltar a estar em forma, para diminuir as dores nas costas e melhorar a postura, para evitar procrastinar (se não faço num dia provavelmente procrastino mais). 

O meu objectivo era levantar-me todos os dias às 7 (ao fim de semana pode ser às 8) para fazer 40 minutos de yoga/pilates, tomar um banho e estar pronta à hora habitual.

Ora bem, na primeira semana, o entusiasmo era muito, correu muito bem. Fiz exercícios simples de Yoga, a pensar na minha coluna. O objetivo era fazer exercícios para fortalecer esta zona, já que tenho tido muitas dores e noto a minha postura mais torta. Não queria fazer nada para ficar muito cansada, pois sei que neste momento isso iria desmotivar-me.

As dores, numa semana, melhoraram muito e todos os dias via que já era menos difícil fazer certas posturas. 

Depois na segunda semana a coisa já correu pior (está a correr, pois estou na segunda semana).

Tenho andado mais cansada e de manhã não me apetece levantar. O que é estúpido, porque depois nem durmo e ao fim de 40 minutos tenho de me levantar... 😏

E é nisto que tenho de pensar quando não me apetece levantar de manhã. Esses 40/50 minutos a mais na cama não fazem diferença e se eu tivesse um compromisso com alguém, teria de me levantar. O compromisso é comigo, é para meu bem, portanto tenho de me focar nisso. E sei que depois fico a sentir-me lindamente, não tenho sono durante o dia e a longo prazo terei bons resultados, tanto fisica como psicologicamente.

Amanhã é um novo dia e estou com esperança que vou levantar-me, com ou sem vontade, para a minha prática de Yoga.

Com pequenos passos, fé e foco, a coisa vai! 😊 

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terça-feira, 10 de novembro de 2020

O HÁBITO DE FALAR MAL DOS OUTROS

Falar mal dos outros deve ser dos piores hábitos que o ser humano tem. Não acham? A conversinha da treta, o diz que disse, o fazer juízos de valor sem saber do que fala, e pior, falar dos outros quando nem do próprio umbigo se sabe cuidar. Mas, apesar de ser mau, também deve ser das coisas mais comuns.

Há uns meses houve uma situação familiar onde eu estive envolvida. A situação foi tão falada, tão comentada que eu dei por mim a pensar constantemente no assunto e a falar também sobre ele. 

A questão de falar (mal) dos outros é como um veneno. Nós falamos sobre determinada/s pessoa/s e estamos imediatamente a atrair o que não gostamos na outra pessoa para nós. Esse hábito transforma-nos em pessoas más e mesquinhas! Além de atrai má energia! 

Num belo dia, estava eu na minha rotinazinha e lá vem o assunto à cabeça. Nesse dia puz um ponto final no assunto e disse para mim: "Não é este o tipo de pessoa que quero ser, que passa o tempo a ruminar num assunto e a criticar os outros. Vão todos dar uma volta ao bilhar grande!" (E eles, as pessoas e os pensamentos, foram! 😅)

A partir daí comecei a ficar mais leve. O tema andava a tirar-me o sono, a tirar-me a paz interior! E o pior, estava a tornar-se um hábito e eu estava a ficar uma pessoa amargurada e revoltada. É um hábito pouco saudável, convenhamos! 

Evito falar no assunto e até de pensar nele. Quando me lembro faço questão de mandar o pensamento embora (xô xô) e quando o assunto surge por algum motivo nalguma conversa, evito manifestar-me, tento mudar de assunto ou digo simplesmente que não quero falar sobre isso.

O facto de saber que uma das pessoas envolvidas na situação fala do assunto com todo o bairro, de início, não me deixou nada agradada. Mas agora penso que isso é um reflexo da personalidade da pessoa em questão. Sempre foi assim, não seria diferente agora. Eu podia fazer o mesmo e andar a espalhar veneno por aí, a defender a "minha reputação" ou simplesmente ficar no meu canto, consciente que a opinião alheia não me afeta muito, e que no mundo há dois tipos de pessoas, as sérias e as falsas. Eu, graças a Deus, estou no lado das sérias!

Também me ajudou pensar no significado que as pessoas têm para mim. Na verdade, apesar do laço familiar, há muito que não sinto afinidade. São o tipo de pessoas que não quero por perto, a quem não dou muita conversa, a quem não dou troco nem satisfações. Não lhes desejo mal nenhum, e de algumas até gosto um bocadinho, mas não como família. Portanto, nesta situação não fazia sentido mudar as coisas. Mantenho-me fiél aos meus princípios!!!

O hábito de falar mal dos outros é terrível! Fujam dele! 



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sábado, 7 de novembro de 2020

O HÁBITO DE FAZER A CAMA TODOS OS DIAS

 Em tempos, e não foi há muito tempo, eu não tinha o hábito de fazer a cama todos os dias. (E acreditem que até me faz uma certa confusão como é que isso acontecia...) 

Na casa dos mês pais, fazia sempre. Levantava-me, abria um pouco a janela, ia tomar banho e quando regressava ao quarto fazia a cama.

Depois de casar a coisa alterou um pouco. Uns dias porque não dava tempo antes de ir trabalhar, outros porque não achava importante, outros porque deixava para depois e acabava por passar o dia e só antes de dormir é que ajeitava a cama.

Quando via vídeos onde falavam de bons hábitos diários e referiam a importância de fazer a cama todos os dias de manhã, eu não concordava plenamente. 

Os benefícios apontados eram sempre:

- começar bem o dia, 

- ter o quarto arrumado ajuda a manter a casa arrumada, 

- entrar no quarto durante o dia e ver a cama desarrumada influencia-nos negativamente, 

- ajuda-nos a organizar mentalmente. 

Um dia ouvi que devíamos fazer a cama todos os dias porque se não o fizermos o nosso anjo da guarda fica a dormir o dia todo e não nos protege! 😊 Achei muita piada a este raciocínio! 

A minha teoria era que tinha o quarto arrumado e a cama só não estava feita, mas também não estava "bagunçada".  O facto de entrar no quarto não era problema, porque raramente entrava no quarto. O facto de poder aparecer alguém de surpresa, coisa que adoro, também não me incomodava porque ninguém tem nada que ir ao meu quarto, além de que a porta estaria fechada. 

E como a porta estava sempre fechada, realmente não me incomodava muito. 

Por outro lado, a cama do Gonçalo, pelo menos desde que dorme no seu quarto, era sempre feita. Eu via que era muito diferente o clima do quarto dele e o clima do nosso. A porta do quarto dele estava sempre aberta e ver que o quarto estava arrumado e a cama feita fazia realmente diferença. 

Quando começou a quarentena em março, comecei a fazer também a nossa cama tooodos os dias. Tornou-se um hábito e confesso que até tenho uma certa vergonha de admitir que a cama não era feita todos os dias. Realmente dá um ar de desleixo ao ambiente, e inconscientemente estamos a dizer que não nos importamos, que para nós é indiferente estar arrumado ou não. O nosso espírito fica preguiçoso (li isto no livro "Manual de um Monge Budista para limpar a casa e a mente"). 

Não faço as camas antes de sair de casa, porque nem sempre tenho tempo, e gosto que apanhem ar. Mas antes de almoço faço sempre, vaporizo com a minha mistura de álcool e amaciador para ficar cheirosa, e a noite quando nos deitamos ainda cheira bem! 

Abro as cortinas para o sol entrar nos quartos, principalmente no meu, que está virado a nascente e nas trazeiras da casa. Ver o quarto todo arrumado (e não basta fazer a cama, é preciso arrumar roupa que há sempre por arrumar), com claridade e luz natural, ajuda realmente a ter a casa com melhor energia. 

É um ótimo hábito! 

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terça-feira, 3 de novembro de 2020

DEIXAR DE BEBER CAFÉ

Beber café era algo que me aquecia a alma. Sempre gostei de café. Lembro-me de ser pequena e beber café (fraco) numa chávena alaranjada com uma rosa na casa da minha avó. 

Era algo prazeroso, e quando começou a ser um hábito diário, era também uma necessidade, já que se não bebesse tinha dores de cabeça. 

Há cerca de um ano, comecei a notar que beber café deixava-me inchada. Ficava obstipada e super desconfortável. Parava de beber durante umas semanas e depois voltava a beber normalmente.

Foi um episódio que se repetiu algumas vezes até há um mês ter percebido que tinha mesmo de deixar de beber café. Nos primeiros 2, 3 dias tive dores de cabeça, mas depois comecei a habituar-me.

Já voltei a beber um café mais fraco, para comprovar a minha teoria, e fiquei na mesma.

O prazer do café, infelizmente, é inferior ao desconforto com que fico. 

A par do café, também já deixei de comer alface e agrião cru, pois cada vez que os ingeria ficava com dores, inchada e super desconfortável. Continuo a ter alguns dias de grande desconforto, o que me leva a pensar que ando a ingerir algumas coisas que me fazem mal. Aos poucos estou a retirar alguns alimentos, para perceber realmente o que é.

De qualquer forma, o café por agora vai ficar esquecido. É que nem me atrevo a experimentar.

Continuo a achar que dar ouvidos ao nosso corpo é extremamente importante e, por vezes, um hábito diário e prazeroso tem de ser posto de parte!

Já vos aconteceu, terem de deixar de consumir algo que gostavam porque vos fazia mal? 

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domingo, 1 de novembro de 2020

TEMA DE NOVEMBRO

 E estamos a 2 meses do final do ano... Meu Deus, como o tempo voa. 

No ano passado, por esta altura, andava um pouco em baixo e foi nesse registo que terminei 2019! Foi um ano muito triste! 

Este ano, apesar de tudo o que estamos (mundialmente) a passar e da instabilidade que vivemos, a família encontra-se bem de saúde, portanto já estamos melhor do que há um ano.

Tenho andado um bocadinho introspectiva e por isso escolhi falar de hábitos e comportamentos neste mês. 

E Deus me valha, porque foi um pouco no impulso que decidi. Não tenho posts preparados, só apenas ideias vagas. Vamos ver se não me espalho ao comprido! Se acontecer, espero que vocês me amparem a queda, OK?

Desejo-vos um ótimo mês de Novembro (quando falo em Novembro lembro-me sempre da música dos Guns n' Roses "November Rain" ❤️)!

Se tiverem sugestões, sintam-se à vontade! 

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quinta-feira, 29 de outubro de 2020

PREPARAR A NOVA DECORAÇÃO DE NATAL

No ano passado eu não queria fazer uma árvore de Natal, com árvore.

A nossa sala é pequena e há 2 anos comprámos um móvel maior do que o que tínhamos, perdendo ainda mais espaço. Esse espaço perdido era o espaço da árvore de Natal, que há 2 anos ficou apertadita ao lado do móvel. 

No ano passado sabia que a árvore continuava do mesmo tamanho, tal como o móvel e a sala. Logo, parecia-me óbvio mudar de árvore.

Queria uma coisa diferente da nossa mas o meu marido convenceu-me que era giro mantermos as coisas mais ou menos na mesma, tradicionais, como ele dizia. Fomos então comprar uma árvore mais pequena, para ficar mais acomodada no seu lugar. 

A que escolhemos havia em verde e em branco. Eu gosto de árvores verdes, se não forem verdes prefiro outro tipo de árvore. Mas como não havia a verde, compramos a branca. Convencidissimos de que a árvore era mais pequena do que a nossa... Mas não, era grande tal como a nossa. Na loja não estava tão farfalhuda e como o espaço era maior, as proporções levaram-nos em erro.

Dito isto, posso dizer-vos que não me identifiquei nada com a árvore de Natal do ano passado. Não gostava da cor, não era nada o estilo que eu queria, ficou enorme na nossa pequena sala e o Gonçalo passou o tempo a estacionar carros nos ramos da árvore!!!

Este ano já declarei em alto e bom som : "Este ano a árvore será inteiramente à minha vontade e responsabilidade minha, temos pena!"

Já escolhi o estilo que quero e o tipo de decoração. Alguma decoração estou eu a fazer e outra está a minha mãe! Será uma árvore diferente de todas as que tivemos. Vamos ver se nos agrada! 

Sei que é um risco que vou correr, pode não ficar nada como idealizei, mas pelo menos sei que não chegarei a Dezembro a pensar: "Gostava tanto de ter feito as decorações como passei o ano a idealizar, mas como não me organizei, vou ter de me ficar pelo que está à venda..." 

Estão a perceber a ideia? Até nestas pequenas coisas a organização ajuda. São coisas que não se encontram à venda, que têm piada por serem feitas por nós, e que precisam de tempo para serem feitas. Portanto procurar ideias, pesquisar formas de se fazer, e começar em Outubro a fazer, é importante para o resultado ser o pretendido. 

Num post futuro, mostrarei algumas ideias e coisas que já fizemos! 😊 

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