domingo, 29 de dezembro de 2024

LEMBRETES PARA 2025

 Coisas que quero lembrar-me em 2025. São coisas para a vida, na verdade, mas já que vamos entrar num novo ano, que sejam lembretes para este ano!

A mim:

- Toma atenção à tua intuição, mesmo que te pareça paranóia, 99,9% das vezes já viste que não é. 

- Nem toda a gente gosta de ti, como finge gostar.

- Nas costas dos outros vemos sempre as nossas, não te esqueças.

- As tuas lutas só a ti te dizem respeito. 

- Foca-te nos teus objetivos e nas tuas prioridades. 

- Ninguém é obrigado a perceber as tuas opções.

- Tu não és obrigada a perceber as opções dos outros, mas como és uma pessoa decente, respeitas e pronto.

- Não permitas que te atirem areia para os olhos.

- Continua a estudar, a aprender e a evoluir, seja em que assunto for, pois o saber não ocupa lugar.

- É melhor feito, do que perfeito não feito.

- Cuida da pele e do cabelo. 

- Faz exercício, faz exercício, faz exercício. 

- Escreve o que te vai na alma, porque elucida-te.

- Organiza-te, organiza a tua vida, as tuas contas, a tua casa, as tuas gavetas.

- Investe no desenvolvimento do teu filho, por todas as razões e mais algumas.

- Come mais fruta e legumes.

- Há sempre alguém que não sabe tratar da própria vida, mas vai opinar sobre a tua. Ignora!

- Nada é definitivo, a vida muda e nós mudamos com ela.

- Alonga-te!

- Respira com atenção e técnica. 

- Medita, reza, visualiza, yoga-te, nutre-te.

- Faz limpezas físicas e energéticas, em ti, na tua casa, no teu carro, no teu trabalho.

- Destralha coisas e pessoas, sempre que necessário. 

- Usa o poder do Yoga Nidra.

- Desfruta e confia no processo.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

NATAL 2024

 Natal passado e terminado! Ufa!

O Natal é uma época que gosto muito, mas cada vez gosto menos. A cada ano que passa vai-se um bocadinho da magia...

Há já uma espécie de tradição cá em casa, que é alguém adoecer.  

Dezembro e Janeiro têm esta bênção de trazer viroses e claro que este ano não foi excepção. 

Primeiro adoeceu o Gonçalo, na última semana de aulas, depois adoeci eu. E senti-me tão mal, tão estranha como nunca. Fiquei sem olfato e sem paladar, que na verdade ainda estão longe de estarem perfeitos. 

Qualquer atividade que fizesse ficava super cansada, cheguei a temer estar com uma infecção respiratória, que foi das piores sensações que tive na vida, respirar fundo e sentir que o ar não chega a meio, é uma sensação má. 

Felizmente, melhorei, essa sensação de cansaço e falta de ar já melhorou bastante, o olfato e o paladar aos poucos vão voltando. 

O Gonçalo não chegou a tanto, graças a Deus, e já está tudo bem.

Quanto ao Natal, pela primeira vez na vida o Gonçalo fez comentários sobre os presentes, que segundo ele "foram poucos"!

Eu não gosto do consumismo desta altura. Não vejo necessidade de se darem 590 brinquedos, que depois ficam arrumados num canto. E ele já tem tantos!

Nem gosto de transmitir a ideia que o Natal é para se ter muito de alguma coisa. Quero transmitir que o Natal é para estarmos em família e que os presentes são acessórios e não algo indispensável. 

Portanto, como é habitual, temos sempre um brinquedo, um livro e roupa para lhe oferecer! Acho que são bons presentes e importantes. 

O brinquedo foi um Bugatti de Lego, que foi o que ele pediu e ainda recebeu uma bicicleta porque surgiu essa oportunidade, apesar de não estar nos nossos planos. 

Recebeu mais 2 ou 3 brinquedos da família e dinheiro.

Na questão do dinheiro, gosto de ensinar-lhe que não é para gastar à maluca. Uma parte, pode usar para comprar um brinquedo, ou 2, dependendo dos valores, outra parte podemos usar para algo que precise (roupa, calçado, consultas...) e outra parte poupa-se.

Ele tem 7 anos, estas coisas passam-lhe ao lado, mas acho importante ir incuntindo certos valores. 

Para o ano há mais! 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

sexta-feira, 13 de dezembro de 2024

PRESENTES DE NATAL 2024

 Adoraria vir aqui dizer-vos que tenho tudo comprado e devidamente embrulhado, mas não...





O meu plano era esse, fazer tudo numa semana e ficar descansada. 

Mas sabe-se lá como, caí na asneira de fazer a maioria das compras num dia e deixar as mais difíceis para sexta-feira... qual sexta-feira?

Já se passaram 3 sextas e nada.

Era para ter sido hoje, ía levar o Gonçalo à escola, depois ía à loja da Nos deixar uma box que tenho de devolver, ía arranjar as minhas sobrancelhas e tratava das prendas que faltam.

Que por sinal, até são as mais difíceis: a do Gonçalo, do meu marido, das nossas sobrinhas e do meu pai.

Acontece que, apesar do meu plano muito bem delineado, ontem o Gonçalo começou a ficar doentinho.

Eu estava confiante que ele este ano iria terminar o 1°período sem adoecer, mas não. Ficou mesmo no fim.

Metade da turma está doente, hoje de manhã eram só mensagens no grupo da turma "fulano com febre, fulana doente, beltrano com febre..."

O Gonçalo não teve febre, apesar de estar ali no limite, mas está murchinho, sem apetite, com alguma tosse... essas coisas. Só tenho medo da dificuldades respiratórias, mas por enquanto parece estar tudo tranquilo. 

Portanto hoje não fiz nada do que planeei. Gostava de no início da semana conseguir tratar de tudo e era bom sinal, significaria que ele estaria melhor.

Mais um ano, mais uma voltinha. Eu que planeio sempre ter tudo com muita antecedência, mas caio sempre na mesma esparrela. 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

PHDA E PEA - DIFICULDADES ESCOLARES



 Eu sabia que ia ser difícil, mas há dias que penso que podia ser mais fácil se cada um fizesse o seu papel.

No início do ano letivo pedi à professora do Gonçalo (eu e pelo menos outras 2 mães) que mandasse para casa os manuais à sexta-feira, já que todos os manuais e cadernos ficam na escola e só vão para casa se houver tpc's. 

Eu, até combinei com a professora, que faria com ele o que ele tivesse em atraso.

Posso dizer-vos que se a professora mandou os livros 2 vezes, foi muito.

Por sorte, às sextas sou eu que vou buscá-lo à escola e, caso ele não traga os livros, mando-o logo ir pedir à professora. 

Nas semanas que não há aulas à sexta, como nos dias de greve, ele nunca traz e como não sou eu a ir buscá-lo, passa esses dias sem manuais, o que faz com que eu esteja duas semanas sem saber muito bem o que anda a fazer nas aulas.

O objetivo de trazer os livros, é que eu possa acompanhar o que tem feito na escola e perceber em que ponto está a matéria. Além de ir também transmitindo à terapeuta. 

Acho que é benéfico para todos os alunos, mas tendo em conta o caso do Gonçalo, acho mesmo essencial.

Nesta última sexta, a rotina foi a mesma, o Gonçalo não trazia os livros e eu disse-lhe para ir pedir à professora, já que os manuais estão arrumados num armário a que só a professora tem acesso.

Aproveitei para ir à sala, e a professora estava meio que a resmungar com ele: "não tenho aqui o livro de português, onde é que puzeste? Deve de estar na tua caixa..."

Ao chegar à porta disse boa tarde e a professora diz-me: "não mandei os livros porque ele não pediu..."

Sou eu que estou a ser picuinhas? Estou a ser dramática? Digam-me... é que para mim a conversa "peço-lhe que à sexta mande os livros pelo Gonçalo para eu estar a par da matéria e para trabalhar com ele o que não fez..." não está implicito que é sempre, independentemente de ele pedir ou não?

Chegados a casa fui verificar os manuais, e vi que nas últimas duas semanas pouco fez. Não sei se a turma utilizou pouco, não sei se ele esteve a pastelar e não trabalhou, não sei se a turma usou mas ele estava na educação especial e por isso não fez... Não sei nada! 

Depois fui ver o caderno que usa nas aulas de educação especial, que não vinha para casa também há muito tempo, e vi que tinha um exercício de leitura a dizer que não conseguiu ler (o que me preocupou) e, entre outros exercícios, tinha um com as sílabas do "m".

Em 3 semanas aprederam 3 consoantes, o "p", "t" e "d".  Nas últimas três semanas não aprenderam nenhuma nova, pelo que ele me dizia. Como não vinha nada para casa, eu confiava, apesar de achar estranho.

Perguntei à professora e disse-me que já tinham aprendido na semana passada e rematou com: "tente o ajudar Helena ".


Respirei fundo (nesse dia o meu horóscopo até dizia para me controlar e não explodir) e respondi "Ok, obrigada", mas a minha vontade era perguntar se não lhe tinha ocorrido enviar uma fichinha que fosse para ele trabalhar em casa, nem que fosse no fim-de-semana, ou no dia da greve...? E também fiquei a pensar se já aprenderam na semana passada, porque é que ele tem só um exercício no caderno? Fez alguma ficha? Fez no caderno de atividades? Porque no manual não tem nem sequer um exercício começado...

Bem, mas respirei fuuundo e fui preparar as coisas para trabalharmos em casa.

Enviei também mensagem à terapeuta a pedir para anteciparmos a sessão, porque estou a precisar de algum apoio e ela é quem me consegue dar.

Em casa temos trabalhado a leitura de sílabas e a velocidade leitora. Temos várias folhas com as sílabas e ditongos que o Gonçalo já aprendeu e todos os dias ele lê e eu calculo a velocidade a que lê. Para terem uma ideia, começou há quase 3 semanas com as sílabas do "p" no primeiro dia demorou 2 minutos e pouco e agora lê em 15 segundos. Isto na primeira folha. Entretanto fomos acrescentando mais e vamos complicando e misturando. Mas nota-se de dia para dia as melhorias. O objetivo é ele olhar e ler logo, não precisar de estar a juntar um p e um a, pa, e por aí. São coisas que levam o seu tempo e que são muito importantes. 

Estes exercícios ele faz sempre comigo e o meu marido não tinha bem consciência do nível do Gonçalo. Há pouco esteve a assistir e ficou muito surpreendido, porque além de ler mais de 100 sílabas e ditongos sem se enganar, ainda leu algumas palavras pela primeira vez neste sistema, sem precisar estar a juntar as letras.

Há cada vez mais crianças a terminarem o 1°ciclo sem saberem ler corretamente, por isso é muito importante o trabalho em casa. E isso nós fazemos.

Mas, há sempre um mas, também é importante haver troca de informação. É importante os professores irem dizendo como estão as coisas e o que podemos fazer em casa para melhorar.

Eu compreendo que nem todos os pais estão disponíveis para isso, pelas mais variadas razões, mas num caso em que há essa disponibilidade, diz-se que há essa disponibilidade, e da parte da escola não há essa transmissão de informação, parece-me mal. Muito mal. 

Portanto, um pouco no calor no momento,  agarrei na caderneta de aluno e escrevi um recado para as 2 professoras a pedir que me enviem por escrito as dificuldades do Gonçalo para poder trabalhar com ele nas férias de Natal, e na psicomotricidade, e para que no 2°período continuem a fazê-lo semanalmente. 

Depois lembrei-me que poderia ocorrer a professora de ed.especial não ver a caderneta e a professora não transmitir o meu recado (coisa muito possível) agarrei também no caderno e escrevi novamente o recado. Assim não há desculpa e todas têm acesso à informação. 

E fica escrito, não há espaço para "diz que disse".

Agora vamos ver como isto corre, porque só irão ler terça ou depois, já que segunda têm uma visita de estudo. Mas já vi que não posso confiar, nem descansar. Tenho de andar sempre em cima, a perguntar tudo, a insistir, caso contrário quando sei das coisas, já o problema vai avaçado.

Tenho receio que a professora, ou as professoras, estejam a pensar que não precisam de exigir muito do Gonçalo porque ele não vai conseguir.

Tem que haver um meio termo, ele pode demorar mais, ou perder o foco com muita facilidade, mas há formas de melhorar isso. E no nosso caso temos quem nos ajude, a nossa terapeuta é super disponível, todas as dúvidas que tenho ela esclarece dando várias dicas, tem formação para trabalhar com crianças com PHDA, PEA, entre outros, está disponível para ajudar também a professora com as dificuldades que vão surgindo. 

Temos um grupo no whatsapp, as 3, por sugestão da terapeuta, para que sempre que exista alguma dúvida se coloque no grupo. Houve uma dúvida colocada por mim, e houve uma questão da terapeuta à professora, que respondeu na diagonal e mesmo depois da terapeuta ter sugerido umas alterações, a professora não disse mais nada. 

Para a consulta de neurodesenvolvimento andei cerca de um mês a pedir à professora uma pequena exposição sobre as dificuldades e caraterísticas do Gonçalo, para a neuropediatra ter mais informação. Reforcei várias vezes a importância de levarmos muita informação. Sabem o que levei? Nada!

Tive de lhe pedir numa mensagem escrita, para falar com a professora de ed.especial e dizerem-me por alto o que achavam importante.

Portanto a informação que levei foi mais ou menos isto: demora muito tempo a fazer as coisas e distrai-se com facilidade. 

Na Pré, sempre que pedia a alguma das educadoras, levava 3 folhas, super detalhadas que a juntar ao relatório da terapeuta, a médica tirava logo uma série de conclusões. 

Quando não se percebe a importância disto, torna-se difícil. 

O ideal seria o trabalho em equipa: escola, casa, médicos e terapeutas, mas infelizmente não é isso que vejo.

Confesso que tenho receio de estar a exagerar, de estar a ver este panorama muito com o coração e pouco com a cabeça, mas é isto que sinto, e a intuição duma mãe, raramente está errada... portanto...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 8 de dezembro de 2024

PERCEBO QUE ESTOU A FICAR VELHA...

 ... quando vejo as minhas sobrinhas, e os meus explicandos, a usarem tudo o que eu usei nas idades deles. A moda é cíclica, realmente. 

Há uns anos a minha sobrinha, sempre que me perguntava se eu gostava de um determinado tipo de roupa, e eu dizia que nem por isso, ela dizia logo: "usaste isto na tua adolescência, não foi?"

Não digo que seja tudo, mas a maioria das modas que vão voltando irritam-me, e acho que é mesmo porque me lembram que já passei por elas noutra altura.

... quando vou ao hospital e sou atendida por enfermeiros e médicos muuuito mais novos do que eu.

Percebi isso na gravidez e no parto do Gonçalo. Os médicos internos eram novitos...

E das vezes que fomos às urgências pediátricas (felizmente já não vamos há muito tempo) as enfermeiras têm sempre idade para ser minhas filhas (se tivesse sido mãe muito cedo, claro) e já tenho apanhado pediatras também muito jovens.

É engraçado, mas sem piada... mas é a vida! 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

terça-feira, 3 de dezembro de 2024

SOU AMIGA PARA AS MÁS ALTURAS

 Há dias dei por mim a refletir na minha vida e deparei-me com um padrão.

Sabem quando algo se repete nas vossas vidas em fases diferentes e com pessoas diferentes, mas que é fácil de perceber que há ali uma situação comum?

Pois bem, cheguei à conclusão que eu sou a amiga para as más alturas.

E isso tem alguma coisa de mal?

Assim de repente não. E se nós vivermos bem com isso, também não tem mal nenhum.

Acontece que eu comecei a notar, que tinha "amigas" que só me procuravam quando estavam com problemas. Precisavam de desabafar e encontravam em mim alguém que as ouvia calmamente e sem opinar.

Tive uma amiga que me dizia isso "gosto de falar contigo porque tu ouves e não dás a tua opinião, nem te metes no assunto. Ouves só."


Mas inconscientemente eu fui evitando esse tipo de contacto e quando alguma dessas "amigas" me enviava mensagem já com desabafos, eu desconversava: "pois, é a vida...",  "tens de ter calma..."

Mas no fundo eu já me sentia sobrecarregada e não gostava desse meu papel de psicóloga.

E o pior, era que não havia reciprocidade. Se por acaso fosse eu a precisar de desabafar, de falar, de ter só companhia para alguma coisa, nunca tinha. 

Aos poucos houve o inevitável afastamento. 

No início, eu estranhei. Mas depois fui percebendo que a "culpa" era minha. Eu permiti algo durante um tempo e depois deixei de permitir.

Deixei de permitir que me usassem para deixar as suas más energias. Porque era isso que acontecia. Eu ficava com aquela energia má e as pessoas ficavam leves e frescas.

Isso seria bom, se eu o fizesse de livre e espontânea vontade, ou se fosse algo consciente. Como não era, eu não me apercebia do mal que me fazia.

Como fui evitando ser procurada só para servir de poço de lamentações, as pessoas deixaram de me procurar. Pronto. Que belas amizades!

Eu, algumas ainda procurei, mas depois encerrei o assunto quando vi que não havia interesse da outra parte, e até há bem pouco tempo, ainda tentei com uma última pessoa. Mas também resolvi dar o caso por encerrado. 

No meio disto tudo não sei o que foi pior, se foram as pessoas que se afastaram sem nunca mais dizer nada, ou se foram as pessoas que continuaram a dizer, mas com muitas desculpas e mentirinhas pelo meio.

Com tudo isto cheguei ainda a outra conclusão: todos os dias eu faço uma pequena meditação, acendo um incenso e tenho uma intenção para o dia. Neste momento há algo que peço todos os dias: "que ao meu lado permaneçam as pessoas que gostam de mim e que me querem bem, quem não quer, que se afaste!"

E é isto que tem acontecido, e muito! Sou eu que peço e o Universo faz. 

Sempre fui uma pessoa de poucas amizades, mas de longas amizades. Continuo a ter as minhas pessoas, as verdadeiras nunca se afastam! Cada uma na sua vida, mas sempre juntas! As outras, que sigam felizes (e longe)! 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 1 de dezembro de 2024

DECORAÇÕES DE NATAL 2024

 Comecei a fazer a árvore de Natal há uma semana, mas não gostei do resultado. 

Passo a explicar. 

Temos duas árvores de Natal artificiais, uma verde e outra branca. São as duas grandinhas para o único espaço que temos disponível para a colocar, por isso só monto 2/3 da árvore e coloco-a dentro de um cesto.

Assim ocupa memos espaço, e fica bonito.

Este ano perguntei ao Gonçalo se montavamos a árvore branca ou a verde. Ele preferiu a branca, mas eu preferia a verde. O pai desempatou, e a escolhida foi a branca.

Decide decorar de vermelho. Temos muitas bolas vermelhas, comprei umas fitas numa loja chinesa e no fim de montar a árvore achei-a igual a tantos outros anos. Não gostei e resolvi desmanchar e fazer outra decoração. 


Tenho gostado de decorações mais rústicas e era essa temática que me apetecia. No ano passado também foi assim,  mas este ano acrescentei outros pormenores. 

O meu objetivo é sempre ir reutilizando o que temos. Não vejo necessidade de comprar sempre muita coisa e como prefiro os tons tradicionais (vermelho, dourado, prateado, verde e branco) acaba por ser fácil misturar o que já temos.

Ontem foi o dia que terminei de decorar a casa. Tudo simples, mas acolhedor!

Ao longo do mês vão surgindo pormenores novos e outros vão desaparecendo (as velas, por exemplo, gastam-se).










É uma época muito bonita, não há dúvida! ❤️

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...